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Jejum e preparo pré-anestésico: o que orientar ao paciente

Equipe SEDATI · 18 de abril de 2026 · 4 min de leitura

Monitor de sinais vitais durante exame com sedação
SD

Escrito por

Equipe SEDATI

Anestesiologia extra-hospitalar

Orientações de jejum, medicações de uso contínuo e acompanhante: o preparo que reduz cancelamentos e torna a recuperação mais previsível.

O preparo começa na avaliação pré-anestésica, com revisão de histórico clínico, medicações em uso, alergias e exames quando indicados. É nessa conversa que definimos a técnica e as orientações individuais.

Como regra geral, orientamos jejum de sólidos e de líquidos conforme o protocolo definido para cada caso — prazos exatos são informados por escrito ao paciente, porque variam com idade, comorbidades e horário do procedimento.

Medicações de uso contínuo, especialmente anti-hipertensivos, anticoagulantes e medicações psiquiátricas, precisam ser informadas com antecedência: algumas são mantidas, outras exigem ajuste.

Por fim, o paciente deve estar acompanhado por um adulto responsável e não pode dirigir no dia. A alta segue critérios objetivos de recuperação, com instruções escritas para as horas seguintes.

Última atualização: 18 de abril de 2026. Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica individual. A indicação de sedação ou anestesia depende do paciente, do procedimento e da estrutura disponível.

Quer entender como isso se aplica ao seu caso?

A equipe da SEDATI avalia cada solicitação individualmente, em Porto Alegre, na Região Metropolitana e, conforme avaliação, em outras cidades do RS.

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